Desejei que nascesses tanto,
que moldei o ninho com a ansiedade,
de estar presente num tempo presente-distante,
ofegante voei e só acordei na minha vontade,
que se fez quando nasceste tu.
Fino dialeto indefinido
que sentido novo hás-me abrir?
Não quero mais senão tu,
nem rotinas nem linhas traçadas,
leva-me por essas ondas agitadas,
prometo que aprendo a nadar contigo.